ARENDT, H. Sobre a revolução. São
Paulo: Companhia das Letras, 2011.
Capítulo 1. O
significado de revolução
1. A experiência de um
novo início
1.1.
Que as revoluções não são meras mudanças
1.2.
A questão social
1.3.
A concepção subversiva do trabalho como fonte da riqueza
1.4.
Descoberta revolucionária da questão social
1.5.
Prevalência da questão social sobre a questão política nas revoluções europeias
1.6.
A busca por uma nova sociedade e não por um novo governo: a inspiração da
Revolução Americana
1.7.
Cristianismo e revolução
1.8.
Importância da noção cristã de história
1.9.
A ideia de um novo ciclo histórico em oposição à concepção antiga de história
2. A ideia de liberdade
2.1.
O surgimento da liberdade
2.2.
A convergência entre a ideia de liberdade e a experiência de um novo início
2.3.
A distinção entre Libertação e Liberdade
2.4.
A isonomia: a liberdade como fenômeno político
2.5.
Igualdade e liberdade como convenções humanas
2.6.
A concepção antiga de liberdade
2.7.
A concepção moderna de liberdade
2.8.
Libertação e Liberdade: juntas na revolução moderna
2.9.
A dificuldade dos atores revolucionários em estabelecer a distinção
2.10.
A ação revolucionária
2.11.
A experiência nova da liberdade
2.12.
Só se pode falar em revolução quando a ideia de liberdade está associada à
paixão pela novidade
2.13.
O significada da revolução: avidez em libertar e construir uma nova casa
3. Antecedentes da
revolução
3.1.
Primeira aparição da palavra
3.2.
Maquiavel
3.3.
A insistência de Maquiavel sobre o papel da violência no âmbito da política
3.4.
A dificuldade em estabelecer um novo início
3.5.
Pressentimentos de Maquiavel
3.6.
Rebelião e revolta
3.7.
Ausência de um vocabulário próprio no renascimento para os processos
revolucionários
4. A origem da palavra
revolução
4.1.
Revolução e novidade
4.2.
A origem astronômica da palavra: a indicação de um movimento cíclico e
recorrente
4.3.
Aplicação da metáfora à vida política
4.4.
Revolução como “restauração”
4.5.
A convicção dos revolucionários: o espírito de restauração
4.6.
A ideia de contrarrevolução
4.7.
A contrarrevolução como progresso ou conservadorismo (Burke e Paine)
4.8.
A ideia de novidade no âmbito político
5. A revolução como
necessidade histórica
5.1.
A ideia de irresistibilidade
5.2.
“Não é uma revolta, é uma revolução!”
5.3.
A novidade irreversível da revolução – a abertura da esfera pública
5.4.
O drama da Revolução Francesa
5.5.
A poderosa correnteza que arrebata os homens
5.6.
A permanência da revolução
5.7.
A força da história e da necessidade histórica
5.8.
O nascimento do conceito moderno de história em Hegel
5.9.
A necessidade como principal categoria do pensamento político e revolucionário
5.10.
A história universal
5.11.
A dialética da liberdade e da necessidade
5.12.
O caráter universal da Revolução Francesa
5.13.
Pensamentos antigos e novas ações
5.14.
A Revolução de Outubro
5.15.
Os bobos da história
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