sexta-feira, 8 de junho de 2018

O significado de revolução


ARENDT, H. Sobre a revolução. São Paulo: Companhia das Letras, 2011.

Capítulo 1. O significado de revolução

1. A experiência de um novo início
1.1. Que as revoluções não são meras mudanças
1.2. A questão social
1.3. A concepção subversiva do trabalho como fonte da riqueza
1.4. Descoberta revolucionária da questão social
1.5. Prevalência da questão social sobre a questão política nas revoluções europeias
1.6. A busca por uma nova sociedade e não por um novo governo: a inspiração da Revolução Americana
1.7. Cristianismo e revolução
1.8. Importância da noção cristã de história
1.9. A ideia de um novo ciclo histórico em oposição à concepção antiga de história

2. A ideia de liberdade
2.1. O surgimento da liberdade
2.2. A convergência entre a ideia de liberdade e a experiência de um novo início
2.3. A distinção entre Libertação e Liberdade
2.4. A isonomia: a liberdade como fenômeno político
2.5. Igualdade e liberdade como convenções humanas
2.6. A concepção antiga de liberdade
2.7. A concepção moderna de liberdade
2.8. Libertação e Liberdade: juntas na revolução moderna
2.9. A dificuldade dos atores revolucionários em estabelecer a distinção
2.10. A ação revolucionária
2.11. A experiência nova da liberdade
2.12. Só se pode falar em revolução quando a ideia de liberdade está associada à paixão pela novidade
2.13. O significada da revolução: avidez em libertar e construir uma nova casa
3. Antecedentes da revolução
3.1. Primeira aparição da palavra
3.2. Maquiavel
3.3. A insistência de Maquiavel sobre o papel da violência no âmbito da política
3.4. A dificuldade em estabelecer um novo início
3.5. Pressentimentos de Maquiavel
3.6. Rebelião e revolta
3.7. Ausência de um vocabulário próprio no renascimento para os processos revolucionários

4. A origem da palavra revolução
4.1. Revolução e novidade
4.2. A origem astronômica da palavra: a indicação de um movimento cíclico e recorrente
4.3. Aplicação da metáfora à vida política
4.4. Revolução como “restauração”
4.5. A convicção dos revolucionários: o espírito de restauração
4.6. A ideia de contrarrevolução
4.7. A contrarrevolução como progresso ou conservadorismo (Burke e Paine)
4.8. A ideia de novidade no âmbito político

5. A revolução como necessidade histórica
5.1. A ideia de irresistibilidade
5.2. “Não é uma revolta, é uma revolução!”
5.3. A novidade irreversível da revolução – a abertura da esfera pública
5.4. O drama da Revolução Francesa
5.5. A poderosa correnteza que arrebata os homens
5.6. A permanência da revolução
5.7. A força da história e da necessidade histórica
5.8. O nascimento do conceito moderno de história em Hegel
5.9. A necessidade como principal categoria do pensamento político e revolucionário
5.10. A história universal
5.11. A dialética da liberdade e da necessidade
5.12. O caráter universal da Revolução Francesa
5.13. Pensamentos antigos e novas ações
5.14. A Revolução de Outubro
5.15. Os bobos da história

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